Os maiores fatores de risco do cancro da mama

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O cancro é uma doença do foro oncológico de origem multifatorial provocada pela proliferação das células de forma anormal, que levam à apoptose – termo científico usado para designar a morte programada de células, que se ‘suicidam’ e dão lugar a novas. Este processo é natural, contudo, quando o organismo não é capaz de expulsar as células com defeito, estas podem entrar em conflito e provocar um tumor, algo que também acontece quando o crescimento natural das células acontece de forma anormal.

Embora a genética seja um dos fatores com mais peso no aparecimento do cancro, também a má sorte e alguns hábitos diários podem ter algo a ‘dizer’. Mas não só. Algumas caraterísticas anatómicas da pessoa podem ainda desencadear a doença, especialmente quando a região do corpo afetada é a mama.

Como explica o site FOX News, o cancro da mama está à mercê de dez fatores de risco muito próprios. São eles:

1 – Género. Os homens podem sofrer de cancro da mama, mas é 100 vezes menos comum do que nas mulheres;

2 – Idade. Apesar de não escolher idades, o cancro da mama é mais comum depois dos 55 anos;

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3 – Etnia. Diz a Sociedade Americana do Cancro que as mulheres brancas são mais propensas a ter cancro da mama do que as mulheres negras, mas a doença é mais fatal para estas;

4 – Hormonas. A exposição elevada a estrogénio e testosterona (o que acontece quando a mulher fica menstruada cedo, mas tem a menopausa tarde) é um fator de risco para a doença;

5 – Genética. Os genes BRCA1 e BRCA2 são conhecidos por serem os genes do cancro da mama e as mulheres que os possuem correm um maior risco de ter a doença;

6 – Exposição a agentes cancerígenos. Trabalhar longos anos com plásticos e enlatados, por exemplo, é um fator de risco;

7 – Alimentação. As dietas ricas em gorduras más e altamente inflamatórias são as que mais podem desencadear o aparecimento da doença;

8 – Consumo de álcool. Duas a cinco bebidas alcoólicas por dia aumenta o risco de ter a doença;

9 – Obesidade. O excesso de peso pode aumentar em mais de 40% o risco de ter cancro da mama.

10 – Sedentarismo. A falta de exercício interfere com a insulina e, por isso, aumenta o risco de cancro.

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